Qual liçao número 100, este blog já conta com 100 "posts".
São já uma centena de pequenas maravilhas que este blog oferece ao público, que tem correspondido de uma forma generosa. Desde já agradeço a todos os que perdem tempo da sua vida para vir ler as idiotices que por aqui escrevo, a todos os que por cá passam, o meu agradecimento.
A ver vamos, quantos mais "posts" irá aguentar este humilde e singelo blog.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
sexta-feira, 27 de junho de 2008
"Americanices"
Não há volta a dar, sou um confesso admirador e mais que isso, um ferveroso fã de desportos norte americanos, pode ser encarado como sendo uma falha mental de gravidade extrema, mas é assim desde que me lembro e não me importo que assim seja. Sempre que dou por mim no mundo virtual, as primeiras páginas a abrir são respectivamente, http://www.nba.com, http://www.nfl.com/ e http://www.nhl.com/.
Sinceramente não sei porque tenho este enorme prazer em acompanhar desportos que em Portugal, à expceção do basquetebol, passam completamente despercebidos e são vistos como desportos inferiores. Também não sei porque é que tenho as "minhas" equipas em cada modalidade e não, não são sempre as que ganham, são aquelas pelas quais fui nutrindo uma simpatia ao longo dos anos e que agora fazem com que vibre mais com as suas vitórias e que me entristeça com as suas derrotas, de uma forma que o "meu" Benfica já não consegue fazer.
Sempre fui "obcecado" com desporto em geral, penso que não é uma coisa má, antes isso, do que andar na "má vida", mas estas três modalidades despertam uma enorme curiosidade na minha pacata pessoa. Ora, sendo eu um habitante de uma aldeia pequenina e que fica perdida em pleno Alto Alentejo, como é que posso ter ganho esta "pancada" por desportos, neste caso, mas não só, que ficam a um oceano de distância?
É uma "coisa" à qual acho que nunca terei uma resposta exacta e muito sinceramente também não é coisa que me tire o sono, sou minimamente feliz ao pensar que um qualquer dia estarei a passear/viver/trabalhar em plena América, com tudo o que o país tem de bom e que me levou a apaixonar e também, porque não sou hipócrita, tudo o que de muito mau existe por lá.
Apercebo-me agora que um post que tinha como finalidade "falar" sobre desportos norte americanos, tornou-se num monstro onde disserto de uma forma, ainda assim, reduzida, a minha "relação" com um país que não é o meu. Para acabar, só me falta cantar o hino dos U. S. of A., que por acaso até sei, mas também sei que o meu irmão lê as parvoices que por aqui escrevo e não lhe vou dar oportunidade de me "axincalhar" na próxima vez que nos encontrar-mos.
Finalmente!!!
É já dia 26 de Agosto que é lançado o novo albúm de Slipknot, foram quatro anos de espera após o seu sucessor "Vol. 3 (The Subliminal Verses).
O quarto albúm de estúdio intitula-se "All Hope is Gone" (adequa-se perfeitamente ao meu estado de espírito neste preciso momento) e segundo a banda é mais uma afirmação do que um albúm.
Não me alongo mais neste "post", penso que o essencial está dito, mas aqui fica o link para o sítio oficial http://www.slipknot1.com/.
Rock in Rio 2004
O quarto albúm de estúdio intitula-se "All Hope is Gone" (adequa-se perfeitamente ao meu estado de espírito neste preciso momento) e segundo a banda é mais uma afirmação do que um albúm.
Não me alongo mais neste "post", penso que o essencial está dito, mas aqui fica o link para o sítio oficial http://www.slipknot1.com/.
Rock in Rio 2004
domingo, 22 de junho de 2008
Musas
Cate Blanchett.
Muito mais que um rosto bonito, esta actriz australiana possuí um talento estrondoso, entregando-se de alma e coração a todos os papéis que desempenha, conseguindo assim, actuações magnifícas e que deixam marcas em qualquer um de nós.
A última vez que a "vi" falava com sotaque russo e tinha um penteado curto de cabelos pretos, muito diferente dos seus longos cabelos loiros, mas a sua beleza estava bem presente.
Ainda não estou na Chança
Recebia a seguinte sms sexta feira à tarde "vao ver da chave dax luzes do ringue para jogarmx á noite", prezo muito a pessoa que me enviou esta sms, é um grande amigo, mas eu ainda não tou de férias, ou melhor ainda não estou na terrinha, logo não posso ir buscar a chave das luzes por muito que queira. Como na altura não tinha dinheiro no telemóvel, não pude avisar de que não estava em casa e como tal não poderia ir buscar a chave, espero que o meu irmão tenha resolvido a situação.
Para a semana sim, já irei pedir a chave para jogarmos até de madrugada.
sábado, 21 de junho de 2008
Depois de Skins...
não há outra. É quase isso que me apetece dizer depois de ter sido "esmagado" pela enorme qualidade que a série britânica transpira por todos os fotogramas, cinematográficamente falando. Depois de ter visto as duas temporadas em tempo recorde, retomei o nível normal a que assisto qualquer série, fi-lo com a 3ª temporada de "Weeds", sem dúvida uma muito boa série, que me tinha viciado nas semanas anteriores a que assisti a "Skins", mas mal comecei a ver "Weeds", senti logo imediatamente, a falta de algo, deixei andar, vi dois episódios e não consegui mais.
Faltava qualquer coisa, seria a falta do sotaque britânico nas personagens, seria a falta de "Cassie" ou mesmo de "Sid", não sei explicar bem, mas foi bem evidente que faltava ali algo, não por não ser uma boa série, pelo contrário, mas a verdade é que não consegui ver mais nenhuma série depois de ter visto "Skins". Provavelmente é um exagero e claro que durante o Verão irei ver mais e mais séries, mas nunca antes uma série televisiva me tinha arrebatado assim.
Guilty pleasure musical
Esta é uma das vantagens de se ir a festivais de música, mesmo que não se goste de todas as bandas, neste caso, Machine Head. Foram eles que fizeram com que eu agora não passe sem ouvir a música que tocaram em jeito de homenagem a Iron Maiden. Aqui fica "Hallowed be thy name" original dos Iron Maiden.
Só mais uma semana...
aqui pela cidade neve, é o que me resta, depois inicia-se oficialmente a temporada de trabalho de Verão. Não é que passar cerca de três meses sem fazer nada seja mau, mas numa altura de crise uns trocos dão sempre jeito, é por isso que passar o Verão a trabalhar não custa tanto quanto possa parecer.
Antes disso inda falta despedir-me aqui da cidade neve, nada melhor que passar uma semana a estudar estética, para que essa despedida seja feita em beleza, é para o estudo que volto depois de concluir este "post", se bem que uma esplanada com uma cervejita e uns caracóis seja uma opção bem mais apetecível.
Ultimamente nem um filmezito tenho tido tempo para ver, se bem que neste preciso momento estão a passar nos canais portugueses filmes como, "Velocidade Furiosa" ou o primeiro capítulo da saga dos piratas, que é um excelente filme, mas que após ser visto mais do que três vezes já não interessa muito, apesar de Keira ser sempre Keira.
Acho que vou voltar para o estudo.
(Acho incrível ainda não ter feito referência à triste participação da selecção no europeu de futebol, mas não é agora que vou fazer alguma referência à patética participação da equipa das quinas que entre outros feitos, conseguiu o feito inédito de ter proporcionado à equipa suiça a sua primeira vitória em fases finais de campeonatos da europa de futebol, também não vou fazer referência ao "nosso" guarda redes nem ao nosso defesa esquerdo, muito menos a um senhor a quem chamam de "sargentão" que à primeira oportunidade de se por a andar para Inglaterra não pensou duas vezes, mesmo depois de demonstrar tanto "afecto" pelo povo lusitano, mas enfim, ao menos já não temos aqueles directos dos treinos que tanta importância tinham para um país que vivia uma crise sem precedentes a vários níveis. Por aqui me fico que tenho mesmo de ir estudar).
domingo, 15 de junho de 2008
Skins!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Fantástica. É a palavra que me ocorre dizer quando falo de "Skins", série inglesa, que tomou de assalto todos os momentos livres que vou tendo aqui por casa. É arrebatadora do principio ao fim, são 45 minutos de puro prazer televisivo, que mais parece um qualquer filme, tal é a elevada classe com que esta série é feita. Começando nos actores, jovens, mas com um talento impressionante, actores consagrados que fazem uma "perninha" na série dando assim, ainda mais classe a este pedaço de magia televisiva, passando pelos aspectos técnicos que são tratados com uma qualidade incrível, toda a série transpira classe. Planos fabulosos, diálogos de profunda qualidade, problemas que afectam todos nós, jovens e que são tratados de uma forma que cativa quem assiste, levando-nos a indentificar com uma qualquer personagem do grupo disfuncional, mas muito verdadeiro.
Acabei de ver a primeira temporada, que me deixou completamente siderado. A segunda já está quase vista e até agora mantém a qualidade extrema, que fez com que "Skins" se tornasse uma das séries da minha eleição, ultrapassando de uma forma clara séries como "Prison Break" ou "Lost".
Enfim, concluo, afirmando que esta é a SÉRIE que mais me viciou nos últimos tempos.
Rock in Rio 08
Pois bem, já passou algum tempo mas o que é bom nunca se esquece e, por isso lembro muito bem do que se passou no dia 5 de Junho.
Tendo em conta que a minha ida ao festival teve como únicos culpados, Metallica, posso afirmar que até foi um dia/noite bem passado.
Moonspell, Apocalyptica e Machine Head, não são propriamente bandas do meu agrado, mas devo dizer que a nível de reação do público, todas elas, estiveram bem.
Antes de falar do motivo que me levou ao Parque da Belavista, não posso deixar de referir a "porrada" que levei nesse dia. Começou nos acordes inicias de Moonspell e só acabou por volta das 2h da manhã, tendo o ponto alto sido nos inúmeros "circle pits" que ocorreram na actuação de Machine Head.
Ao que realmente interessa, Metallica. Não foi mau, mas confesso que estava à espera de um pouco mais, a duração do concerto nao excedeu as 2 horas (foi pouco tempo), a set list não foi a melhor, tendo em conta todos os factores que possam ter afectado essa mesmo set list, penso que o facto de terem tocado o ano passado em Lisboa, foi um factor que pesou na escolha das músicas a tocar. Tirando estes "contras", Metallica é sempre Metallica, ficou provado que não sabem o que é dar um mau espectáculo, desde a pirotécnia, à interacção com o público, até houve tempo para os elementos de Machine Head ajudarem nos "back vocals" da música "So What".
É claro que para mim torna-se inevitável a comparação com o concerto do ano passado e nessa comparação o concerto do SBSR ganha com alguma vantagem, é claro que não teve os "moches" deste ano, mas teve uma espera de mais de 3 horas na estação do Oriente a que se seguiu uma viagem de 5 horas até à Covilhã.
Tendo em conta que a minha ida ao festival teve como únicos culpados, Metallica, posso afirmar que até foi um dia/noite bem passado.
Moonspell, Apocalyptica e Machine Head, não são propriamente bandas do meu agrado, mas devo dizer que a nível de reação do público, todas elas, estiveram bem.
Antes de falar do motivo que me levou ao Parque da Belavista, não posso deixar de referir a "porrada" que levei nesse dia. Começou nos acordes inicias de Moonspell e só acabou por volta das 2h da manhã, tendo o ponto alto sido nos inúmeros "circle pits" que ocorreram na actuação de Machine Head.
Ao que realmente interessa, Metallica. Não foi mau, mas confesso que estava à espera de um pouco mais, a duração do concerto nao excedeu as 2 horas (foi pouco tempo), a set list não foi a melhor, tendo em conta todos os factores que possam ter afectado essa mesmo set list, penso que o facto de terem tocado o ano passado em Lisboa, foi um factor que pesou na escolha das músicas a tocar. Tirando estes "contras", Metallica é sempre Metallica, ficou provado que não sabem o que é dar um mau espectáculo, desde a pirotécnia, à interacção com o público, até houve tempo para os elementos de Machine Head ajudarem nos "back vocals" da música "So What".
É claro que para mim torna-se inevitável a comparação com o concerto do ano passado e nessa comparação o concerto do SBSR ganha com alguma vantagem, é claro que não teve os "moches" deste ano, mas teve uma espera de mais de 3 horas na estação do Oriente a que se seguiu uma viagem de 5 horas até à Covilhã.
Resumindo, valeu a pena ter ido e, aquilo de que mais me queixo não foi o concerto de Metallica ter tido curta duração, mas sim o facto de uma imperial custar 2 euros, é pura e simplesmente desumano.
terça-feira, 3 de junho de 2008
Guilty pleasure musical do momento
Curve. É este o nome da banda que de momento, serve de banda sonora ao meu dia a dia. Convém referir que a banda acabou no ano de 2005.
Aqui fica a música que me deu a conhecer esta banda inglesa. É a música presente no trailler do recente "Iron Man".
Musas
Megan Fox foi eleita a mulher mais sexy do mundo pela revista FHM, concordo plenamente. A razão? Está fácil de ver.

Música
Afinal, depois de quase não poder ir ao rock in rio, a verdade é que lá estarei no dia 5 para REver Metallica, que ainda o ano passado vi no SBSR. Nem tudo é perfeito e a verdade é que para ir ver Metallica preteri de ir ver Muse no dia seguinte, no entanto, tenho confiança de que não serei defraudado.
Com certeza esta será uma das, muitas músicas que se ouvirão pelo Parque da Belavista já madrugada dentro.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Sydney Pollack
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Cinema
Ontem foi dia de rever o "velho" Indy. A sua nova aventura intitula-se "Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal" e está recheada de tudo o que a série nos habituou, enigmas ancestrais, perseguições trepidantes e bastante humor.
Nesta nova aventura, os efeitos especiais marcam território, embora, na minha opinião, estão bem "inseridos" com excepção de alguns momentos no final do filme.
São duas horas muito bem passadas e que nos remetem para todo o universo Indiana Jones, que, para quem é fã da personagem, é mesmo isso que quer.
Gostei bastante das referências que se fazem, no decorrer do filme, a aventuras passadas, nem a série televisiva escapou. Há pormenores deliciosos em todo o filme, mais uma vez a Arca da Aliança está presente, o número 51 gravado num portão gigantesco, é também ele digno de referência e, já agora, fiquei a saber que um frigorífico revestido a chumbo é perfeitamente seguro para resistir a um ataque nuclear.
Marion Ravenwood (Karen Allen) tem o seu, tão aguardado regresso, embora desta vez, não nos encante com os seus dotes de "bebedora" de shots, mas ainda assim, é um regresso muito bem vindo. Cate Blanchett prova, uma vez mais, que é uma das melhores actrizes da actualidade, fazendo aqui, um desempenho de alta nota, construíndo uma personagem que tem um sotaque fabuloso e, é ela que fala português nesta aventura, onde Harrison Ford, volta em grande estilo a pegar no chapéu e no chicote e nos delicia com a sua interpretação.
Será que haverá uma nova aventura para breve?
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Momentos (quase) cinematográficos
Se há dúvidas em relação à qualidade da série "Os Sopranos", aqui fica um pequeníssimo exemplo do quão bom é esta série.
Cinema
Já foi há algum tempo que assisti a um dos melhores filmes que já vi este ano, "We Own the Night", realizado por James Gray e que conta com um elenco de luxo, Joaquín Phoenix, Mark Wahlberg, Eva Mendes e o senhor Robert Duvall.
É uma história que decorre na noite da Nova Iorque dos anos 80, mais concretamente no mundo dos clubes nocturnos.
Destaco desde já a interpretação de todos os actores que eleva o filme bem alto, mas fica na retina mais um papel portentoso de Joaquín Phoenix que simplesmente não sabe fazer maus desempenhos.
Todo o filme é de muito bom, destaco uma cena que me causou bastante impacto, a cena da perseguição automóvel, que é realizada com uma força tal que agarra o espectador do seu início ao seu fim, notável.
Gostava também de destacar a banda sonora que acompanha o filme de uma forma brilhante.
Cinema
Confesso que não sou um fã acérrimo de banda desenhada, mas até gosto de ver quando esta é transportada para o universo cinematográfico, o mais recente caso desta transposição que vi e que gostei foi "Iron Man" de Jon Favreu, que conta com Robert Downey Jr. no papel de Tony Stark, o excêntrico milionário que tem como alter-ego, o homem de ferro e, não me posso esquecer de mencionar que Gwyneth Paltrow também faz parte deste "blockbuster", ainda dentro do universo feminino, quero destacar a aparição de Leslie Bibb, a menina que me encantou na série "Popular".
Este é um bom "blockbuster". Jon Favreu conseguiu realizar um bom filme, com bastantes efeitos especiais, mas que não vive deles para se aguentar nas duas horas que dura o filme. O filme é bem mais que efeitos especiais. Robert Downey Jr. tem uma interpretação de muito bom nível, a manter esse mesmo nível de elevada qualidade, como já o tinha visto em "Zodiac".
Convém ver o filme até ao fim e quando digo até o fim, é mesmo até ao fim.
terça-feira, 27 de maio de 2008
Cinema
"Faster, Pussycat! Kill! Kill!", foi este o filme que escolhi ver este fim de semana. Era um filme que tinha alguma curiosidade em ver, por diversos motivos, desde ao facto do seu realizador ser Russ Meyer, para quem não conhece a obra cinematográfica do senhor, digo apenas que é o realizador da trilogia Vixen e, também um dos motivos fortes que me levou a assistir a este filme foi o facto de ter encontrado pela "net" várias noticias que dão como próximo projecto de Quentin Tarantino, o remake deste filme.
Com esta breve introdução, deixo aqui a minha opinião sobre o filme. Para começar, é um filme de 1965, a preto e branco e que envolve 3 mulheres com atributos peitorais, fora do comum, por assim dizer, mas o filme é mais que isso.
É a história de 3 strippers, que procuram emoções fortes ao volante dos seus velozes carros e, que acabam por passar o filme a tentar "roubar" a fortuna de um velho de cadeira de rodas que vive com os seus 2 filhos.
Penso que para ter uma opinião justa do filme, é preciso estar dentro do universo Russ Meyer, correndo o risco de tomar o filme como um desperdicio de dinheiro e uma absoluta idiotice, estando familiarizado com todo o mundo de Russ Meyer, o filme acaba por se tornar em 1H20 de gozo cinematográfico, puro e simples, sem recorrer a artifícios de qualquer tipo. Como é possível depreender das minhas palavras, gostei do filme, ponto, não é uma obra que marca a história do cinema, mas se assim fosse, não seria o objecto de culto que hoje em dia se tornou e que faz com que Quentin Tarantino pense em fazer o remake. Resta saber quem, na eventualidade de acontecer, será Varla, Rosie e Billie.
Com esta breve introdução, deixo aqui a minha opinião sobre o filme. Para começar, é um filme de 1965, a preto e branco e que envolve 3 mulheres com atributos peitorais, fora do comum, por assim dizer, mas o filme é mais que isso.
É a história de 3 strippers, que procuram emoções fortes ao volante dos seus velozes carros e, que acabam por passar o filme a tentar "roubar" a fortuna de um velho de cadeira de rodas que vive com os seus 2 filhos.
Penso que para ter uma opinião justa do filme, é preciso estar dentro do universo Russ Meyer, correndo o risco de tomar o filme como um desperdicio de dinheiro e uma absoluta idiotice, estando familiarizado com todo o mundo de Russ Meyer, o filme acaba por se tornar em 1H20 de gozo cinematográfico, puro e simples, sem recorrer a artifícios de qualquer tipo. Como é possível depreender das minhas palavras, gostei do filme, ponto, não é uma obra que marca a história do cinema, mas se assim fosse, não seria o objecto de culto que hoje em dia se tornou e que faz com que Quentin Tarantino pense em fazer o remake. Resta saber quem, na eventualidade de acontecer, será Varla, Rosie e Billie.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Cinema
Este fim de semana, vi um filme que apesar de já o ter há algum tempo e de o querer ver desde que saiu, só agora o consegui ver. Falo de "The Descent", em português " A Descida".
É um filme que não tem nenhum nome sonante no seu elenco, talvez por isso tenha passado algo despercebido pelas salas de cinema aquando da sua estreia, ou isso ou o facto de ser um filme algo "pesado".
Gostei muito do filme, confesso, que esteve á altura das expectativas que criei á sua volta, mas, há sempre um mas, penso que perdi muito em não assistir a este filme numa sala de cinema, mas sim na sala de casa, que apesar de estar ás escuras, não proporcionou o clima que este filme pede. No seu todo, é um filme bastante intenso, com grandes cargas de claustrofobia e tensão, que fazem com que nós, espectadores, vivemos o filme com um constante sobressalto, estando sempre à espera do que poderá acontecer naquele ambiente surreal.
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