Como o prometido é devido, aqui fica a minha "visão" sobre o filme "Juno".
Por onde começar? Por aquilo que mais me marcou no decorrer do filme, o enormissímo desempenho de Ellen Page, é a todos os níveis uma performance de assinalável registo e que sem úvida nenhuma mereceu a nomeação para o Oscar de Melhor Actriz.
Por onde começar? Por aquilo que mais me marcou no decorrer do filme, o enormissímo desempenho de Ellen Page, é a todos os níveis uma performance de assinalável registo e que sem úvida nenhuma mereceu a nomeação para o Oscar de Melhor Actriz.
A história do filme tem por permissa uma situação que começa a ser cada vez mais habitual no nosso quotidiano, uma gravidez na adolescência. É na forma como toda esta situação é abordada pelos diferentes intervinientes, que esta "simples" história ganha muitos pontos.
Poderá ser encontrado em Juno alguns aspectos que se assemelham com Little Miss Sunshine, mas Juno é uma daquelas comédias que não nos leva ás lágrimas de tanto rir, não é esse o propósito desta pequena pérola, Juno transmite-nos aquela sensação de formigueiro na barriga e claro está faz com que assistamos ao filme sempre com um sorriso na cara.
Finalizando, parece-me justo, uma vez mais destacar a brilhante Ellen Page, que com mais uma enorme interpretação assegura que não é apenas mais um daqueles "one hit wonder", muito pelo contrário.

No ano de 1995 e mais recentemente em 2002, foi considerada uma das 50 pessoas mais bonitas para a revista People.
Em 1999, depois de ter recusado um papel no filme "Beleza Americana", alegando que não queria protagonizar algumas cenas mais explícitas, optou por interpretar Lux Lisbon no filme de estreia como realizadora de Sofia Copolla, "Virgens Suícidas".
Aos nove anos teve o seu primeiro papel cinematográfico. Recebeu o David di Donatello (equivalente ao Óscar) pelo seu desempenho no filme "Perdiamoci di vista!" de 1994. Neste mesmo ano estreou-se atrás das câmaras, ao realizar duas curtas metragens, " Prospettive" e "A ritroso". A partir do 1998 começou a integrar filmes de língua inglesa, como por exemplo "B. Monkey" e "New Rose Hotel", com Christopher Walken.
Em 1996, Asia, realizou um documentário sobre o seu pai, Dario Argento, que lhe valeu um prémio no Festival de Filmes de Roma. A sua primeira longa metragem surigu em 2000, de nome "Scarlet Diva". Quatro anos mais tarde voltou ao lugar de realizadora e dirigiu o filme "The Heart Is Deceitful Above All Things", baseado num livro de J.T. LeRoy.
Para além da sua carreira como actriz e realizadora, Asia, escreveu inúmeras histórias para várias revistas, entre elas, "Dynamo" e "L`Espresso", enquanto que o seu primeiro romance, "I Love You Kirk", foi publicado em Itália em 1999. Asia é também a "cara" da marca "Miss Sixty".
